Problema de coluna que impede o trabalho pode dar benefício — entenda

Hérnia de disco, bico de papagaio, desgaste das vértebras. Quem trabalha no pesado sabe: chega um dia em que a coluna não deixa mais. Quando isso acontece, o INSS pode ter um benefício para você.

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Ilustração de uma pessoa que precisa se afastar do trabalho por motivo de saúde
Entenda em 1 minuto

Os dois caminhos possíveis

Para quem contribui com o INSS (ou parou há pouco), o caminho é o benefício por incapacidade: o auxílio-doença quando o afastamento é temporário, ou a aposentadoria por incapacidade permanente quando não há mais condições de voltar. Para quem nunca contribuiu ou está fora do INSS, em família de baixa renda, a porta pode ser o BPC/LOAS, que paga um salário mínimo por mês. A análise mostra qual caminho cabe no seu caso.

A prova que faz diferença: a ligação com o SEU trabalho

Uma hérnia que talvez não afaste quem trabalha sentado pode ser incapacitante para o pedreiro, a diarista, o carregador, o lavrador. A perícia deve avaliar a doença NA SUA profissão — e é aí que muitos pedidos mal preparados caem. Leve ressonância, laudos com descrição das limitações e deixe claro o que seu trabalho exige do corpo.

Ficou sequela mas você voltou a trabalhar?

Se a coluna limitou para sempre a sua capacidade — mesmo que você continue na ativa — pode existir direito ao auxílio-acidente, uma indenização mensal paga junto com o salário, quando a origem foi um acidente. E se a doença veio do esforço do trabalho, o benefício pode ser da espécie acidentária, com proteções extras.

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Quem já passou por aqui

“Conversei primeiro com a assistente, depois com a assistente da advogada — muito tranquilo mesmo o atendimento. Minhas dúvidas foram todas esclarecidas, documentação tudo em dia. Agradeço de coração.”

— Yasmin L., atendida por um advogado habilitado, filiado ao Localizador de Advogados

Depoimento espontâneo em áudio, publicado com autorização da cliente. Cada caso é único: nenhum resultado é prometido.

Perguntas de quem vive essa situação

Hérnia de disco dá direito a auxílio-doença?

Pode dar, quando impede o seu trabalho e você contribui com o INSS. A análise compara a limitação com o que a sua profissão exige — a mesma hérnia pesa diferente para um escritório e para uma obra.

Bico de papagaio e artrose contam?

Contam quando incapacitam. Doenças degenerativas da coluna são causa frequente de benefício, especialmente em profissões de esforço físico. O conjunto de laudos e a idade profissional entram na análise.

Minha coluna piorou por causa do trabalho pesado. Muda algo?

Pode mudar: se houver ligação entre a doença e o trabalho, o benefício pode ser acidentário (B91), que tem proteções extras, como estabilidade no emprego por 12 meses após o retorno e depósitos de FGTS durante o afastamento.

Não consigo mais voltar para a minha profissão. E agora?

Se não há condições de voltar para a sua função nem de se readaptar em outra, o caminho pode ser a aposentadoria por incapacidade permanente. A perícia e os laudos decidem — e a negativa pode ser discutida.

O que levar para a perícia?

Ressonância ou tomografia, laudos com CID e descrição clara das limitações, receitas, fisioterapia e atestados. Explique sua profissão de verdade: quantos quilos carrega, quantas horas em pé. O perito precisa enxergar seu dia.

A perícia negou e eu continuo sem conseguir trabalhar. O que faço?

Não volte ao trabalho pesado sem orientação — a decisão errada aqui agrava a doença e o caso. Com a carta de decisão e os exames, um advogado avalia recurso, novo pedido ou Justiça.

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