- Coluna que impede o trabalho pode dar auxílio-doença — e aposentadoria por incapacidade nos casos sem volta
- Se a limitação ficou para sempre mas você ainda trabalha, pode caber o auxílio-acidente
- Ressonância, laudos e a ligação com o SEU trabalho são as provas que pesam
- Trabalho pesado (construção, carga, limpeza, roça) fortalece o caso
- Perícia negada é comum — e questionável
Os dois caminhos possíveis
Para quem contribui com o INSS (ou parou há pouco), o caminho é o benefício por incapacidade: o auxílio-doença quando o afastamento é temporário, ou a aposentadoria por incapacidade permanente quando não há mais condições de voltar. Para quem nunca contribuiu ou está fora do INSS, em família de baixa renda, a porta pode ser o BPC/LOAS, que paga um salário mínimo por mês. A análise mostra qual caminho cabe no seu caso.
A prova que faz diferença: a ligação com o SEU trabalho
Uma hérnia que talvez não afaste quem trabalha sentado pode ser incapacitante para o pedreiro, a diarista, o carregador, o lavrador. A perícia deve avaliar a doença NA SUA profissão — e é aí que muitos pedidos mal preparados caem. Leve ressonância, laudos com descrição das limitações e deixe claro o que seu trabalho exige do corpo.
Ficou sequela mas você voltou a trabalhar?
Se a coluna limitou para sempre a sua capacidade — mesmo que você continue na ativa — pode existir direito ao auxílio-acidente, uma indenização mensal paga junto com o salário, quando a origem foi um acidente. E se a doença veio do esforço do trabalho, o benefício pode ser da espécie acidentária, com proteções extras.
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Contar minha situação 🩺 Não gosta de digitar? Conte seu caso só apertando botões — resumo na hora“Conversei primeiro com a assistente, depois com a assistente da advogada — muito tranquilo mesmo o atendimento. Minhas dúvidas foram todas esclarecidas, documentação tudo em dia. Agradeço de coração.”
— Yasmin L., atendida por um advogado habilitado, filiado ao Localizador de Advogados
Depoimento espontâneo em áudio, publicado com autorização da cliente. Cada caso é único: nenhum resultado é prometido.
Perguntas de quem vive essa situação
Hérnia de disco dá direito a auxílio-doença?
Pode dar, quando impede o seu trabalho e você contribui com o INSS. A análise compara a limitação com o que a sua profissão exige — a mesma hérnia pesa diferente para um escritório e para uma obra.
Bico de papagaio e artrose contam?
Contam quando incapacitam. Doenças degenerativas da coluna são causa frequente de benefício, especialmente em profissões de esforço físico. O conjunto de laudos e a idade profissional entram na análise.
Minha coluna piorou por causa do trabalho pesado. Muda algo?
Pode mudar: se houver ligação entre a doença e o trabalho, o benefício pode ser acidentário (B91), que tem proteções extras, como estabilidade no emprego por 12 meses após o retorno e depósitos de FGTS durante o afastamento.
Não consigo mais voltar para a minha profissão. E agora?
Se não há condições de voltar para a sua função nem de se readaptar em outra, o caminho pode ser a aposentadoria por incapacidade permanente. A perícia e os laudos decidem — e a negativa pode ser discutida.
O que levar para a perícia?
Ressonância ou tomografia, laudos com CID e descrição clara das limitações, receitas, fisioterapia e atestados. Explique sua profissão de verdade: quantos quilos carrega, quantas horas em pé. O perito precisa enxergar seu dia.
A perícia negou e eu continuo sem conseguir trabalhar. O que faço?
Não volte ao trabalho pesado sem orientação — a decisão errada aqui agrava a doença e o caso. Com a carta de decisão e os exames, um advogado avalia recurso, novo pedido ou Justiça.
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